
O People Design é a abordagem da Afferolab para resolver problemas complexos de Desenvolvimento Humano e Organizacional (DHO).
A metodologia nasceu inspirada na aplicação dos princípios e métodos do Design e Design Thinking ao contexto corporativo, com foco nas pessoas, na cultura e na estratégia do negócio.
Enquanto o Design Thinking tradicional busca criar soluções voltadas ao usuário final (como produtos ou serviços de mercado), o People Design lida com as complexidades internas das organizações, onde há múltiplos stakeholders, interdependências e uma dimensão humana que impacta diretamente nos resultados.
A metodologia combina o olhar analítico do RH, a criatividade do design e a sensibilidade humana para desenhar soluções que geram impacto mensurável no negócio.
Em outras palavras, é um jeito de pensar e atuar centrado nas pessoas e nos resultados.
Estamos em um momento complexo, em todos os sentidos, em que a interdependência e o imprevisível são, em certa medida, a regra.
E isso se reflete nas organizações e no comportamento das pessoas. Não é de hoje que muitos profissionais deixaram de priorizar salário e benefícios tradicionais.
A questão é: nesse cenário, muitas empresas buscam resolver desafios humanos com soluções pontuais e genéricas, como treinamentos ocasionais, ferramentas tecnológicas ou processos padronizados.
Contudo, aponta Raquel Moraes, Head de design da Afferolab, esses problemas são desafios sistêmicos, que envolvem cultura, comportamento e propósito.
Aqui, como uma peça que faltava no quebra-cabeça, o People Design surge justamente para lidar com problemas sem fronteiras claras, que exigem diagnóstico profundo e soluções construídas com quem vive o desafio.
O People Design ajuda as empresas a:
A metodologia é inspirada no Duplo Diamante do Design Thinking, adaptada para o contexto organizacional.
O processo segue seis grandes movimentos, formando o acrônimo P.E.O.P.L.E.:
Escuta ativa e empática para compreender dores explícitas e invisíveis, o ambiente de negócios, a cultura e os objetivos estratégicos.
Síntese dos achados e identificação do problema real. Na etapa há uma exploração nas múltiplas leituras dos desafios e caminhos para construir um alinhamento coletivo sobre o problema real a ser enfrentado.
Reunião de vozes diversas (stakeholders, especialistas, usuários) para gerar ideias e imaginar o novo.
Na etapa a inovação se apresenta na colaboração e na troca de conhecimento e experiências, calçando as bases para a fase de prototipação.
Ideais e inovações criam vida em hipóteses e experimentos de baixa ou média fidelidade para testes A/B, aprendizado rápido e validações de caminhos.
É o momento de refinar a solução a partir do que foi testado.
Aqui, o foco está em analisar os aprendizados obtidos nos protótipos, integrar feedbacks qualitativos e quantitativos e ajustar a proposta até que ela se torne viável, desejável e sustentável no contexto da organização.
Na etapa, os insights viram melhorias concretas, consolidadas a partir dos aprendizados para o próximo passo: a escala.
Escalar é o momento de fazer a solução ganhar vida no sistema organizacional.
Nesta etapa, o foco está em definir responsabilidades, fluxos de comunicação e indicadores de sucesso, para que a solução se mantenha viva e continue evoluindo
Escalar também significa preparar o terreno para replicação e aprendizado contínuo: cada iniciativa implementada pode gerar novos desafios e, com eles, novos “diamantes” dentro do ciclo do People Design.
O People Design é mais indicado quando a organização enfrenta desafios complexos, sistêmicos e com múltiplas variáveis humanas e culturais envolvidas, aqueles em que não há uma causa evidente nem uma solução única.
Em outras palavras, ele é ideal quando o problema não está totalmente definido, ou quando soluções tradicionais já não geram o impacto esperado.
Em vez de aplicar respostas prontas, o People Design ajuda a descobrir o problema real, cocriar alternativas e construir caminhos legítimos de transformação.
Entre os contextos mais comuns de aplicação estão:
Além dos grandes projetos de consultoria, o People Design também pode ser aplicado em escopos táticos ou rápidos, como workshops, mentorias e programas personalizados.
Nesses casos, ele atua como um modo de pensar e fazer, garantindo que cada entrega seja construída a partir da realidade do cliente e com base em colaboração e evidências.
Raquel explica: “Nem sempre o cliente compra o People Design, às vezes, ele compra o resultado. O diferencial está no jeito como chegamos lá.”
O People Design representa uma nova forma de enxergar e resolver os desafios humanos dentro das organizações.
Um mindset que une estratégia, empatia e experimentação, conectando o que faz sentido para as pessoas ao que gera valor para o negócio.
Ao aplicar seus princípios, empresas saem da reação e passam a projetar soluções com legitimidade organizacional, sustentadas por cultura, evidências e colaboração.
O People Desing transforma o desenvolvimento humano em um processo contínuo de escuta, cocriação e aprendizado, no qual cada solução se torna um passo na evolução da empresa como um todo.
Em um mundo onde os problemas mudam tão rápido quanto as pessoas mudam de lugar, o People Design é o convite para desenhar o futuro lado a lado com as pessoas.
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