Como a IA está reposicionando a liderança e exigindo um novo desenho organizacional.
96% já usam IA no trabalho. Só 11,6% das organizações a integraram à operação. Este relatório mostra o que separa quem usa de quem escala, e por onde começar.
As manchetes celebram a velocidade da adoção. A história que ninguém conta é o descompasso na operação: 68,4% das organizações usam IA de forma individual ou pontual. Os times economizam tempo, mas as empresas não capitalizam isso em produto, processo ou margem.
Mapeamos cinco estágios de adoção. 73,9% dos profissionais estão no terceiro: exploram, mas não sustentam. E o retorno cai no quarto, quando o domínio técnico se concentra em uma só pessoa. O quinto, orquestrador, ainda não tem amostra significativa no Brasil.
Em qual estágio está a sua organização? O relatório traz a régua completa, com ROI e stack diversity de cada um.
Receber o relatório25% dos C-levels admitem que frequentemente deixam de delegar porque, com IA, fariam mais rápido eles mesmos. Entre analistas, 14,2%. Quando se inclui “às vezes”, 70% dos C-levels e 73,6% das gerências caem na mesma armadilha. O nível que mais deveria institucionalizar a IA é o que mais a opera fora do radar.
Sua liderança está delegando ou absorvendo? O raio-x da média gestão e os três sinais de retenção do trabalho estão no relatório.
Receber o relatórioApenas 29% dos profissionais receberam treinamento estruturado em IA e 36% não tiveram nenhum. Quem teve economiza mais de 10 horas por semana numa taxa 4,5 vezes maior que os autodidatas. A diferença entre ter resultado ou não está na infraestrutura de aprendizado, não na tecnologia.
Quem treina captura. Quem não treina, não. Compare no relatório os quatro perfis de formação e o ROI de cada um.
Receber o relatório85% dos CEOs dizem que todos os líderes funcionais precisam virar especialistas em tecnologia até 2030. A Afferolab traduz isso em seis capacidades mensuráveis, a métrica de maturidade algorítmica que estrutura este estudo.
Onde você está agora? O relatório traz o auto-diagnóstico das seis capacidades, do Travado Cultural ao Orquestrador.
Fazer o auto-diagnósticoEle existe e se chama F.L.O.W. Quatro perguntas que separam decisão estruturada de improviso, antes de escolher qualquer ferramenta. O relatório traz o método completo, os quatro princípios do desenho AI-ready e as cinco dores mais frequentes da média gestão.
Conheça o método no relatórioDuas bases, dois recortes, uma tese. A Afferolab mediu comportamento de delegação, cultura de risco e maturidade algorítmica em 1.192 profissionais com vínculo formal; a Tera, frequência, stack e automação em 3.109 usuários ativos de IA.

“A liderança está absorvendo o trabalho que deveria escalar pelo time. A IA virou ferramenta pessoal antes de virar capacidade organizacional.”
A maior consultoria de aprendizagem corporativa do Brasil, parte da House of Brains. Mais de 10 mil projetos e 15 milhões de pessoas impactadas em 30 anos.
afferolab.com.br
“Com esse estudo, Afferolab e Tera querem iluminar o caminho para que as organizações consigam operar inteligência em escala nos próximos anos.”
Principal plataforma de educação em tecnologia do país: mais de 10 anos e 50 mil profissionais formados para criar produtos, agentes e soluções na era da IA.
somostera.comO salto é comportamental e arquitetural. A Jornada Always Beta faz essa travessia: 24 horas presenciais em três dias temáticos, com extensão técnica opcional de 16 horas.
“Na infinita transformação-evolução da tecnologia, estamos sempre na versão beta. Sempre.”